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Descubra a Igreja Ortodoxa do Patriarcado Latino

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História da Ortodoxia

As origens

A Igreja Ortodoxa foi fundada unicamente por Nosso Senhor Jesus Cristo sobre a fé dos Apóstolos, na cidade de Jerusalém quando enviou o Espírito Santo, prometido, aparecendo como línguas de fogo, que se distribuíram, para repousar sobre cada um deles, no cenáculo, onde estavam reunidos no dia de Pentecostes, com a Virgem Maria e os discípulos (Atos, 2: 1-4). Assim, se iniciou a primeira comunidade cristã ou crentes em Jesus, formando a primeira Igreja Cristã. Como é o próprio Jesus, sua doutrina é divina, sobrenatural, revelada por Deus para a salvação da humanidade. Cristo permanece com a sua Igreja até a consumação dos séculos. É a sua única cabeça e chefe. Na Igreja de Jesus não existem chefes universais e infalíveis acima de todos os bispos e concílios. Somente uma autoridade suprema: CRISTO, seu FUNDADOR, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. De Jerusalém aos países vizinhos, o Evangelho foi propagado pelos Apóstolos, desde então. Foi na cidade de Antioquia, onde os primeiros crentes em Jesus Cristo começaram a chamar-se, pela primeira vez, Cristãos, denominação digna e saudável que usamos até hoje. (Atos, 11: 26). Logo, após, a prédica cristã chegou até Roma, capital do Império Romano, onde o Apóstolo São Paulo formou a primeira comunidade cristã, constituída de várias famílias que ele enumera e saúda na sua Epístola aos Romanos, capítulo 16. Da cidade de Roma, o Evangelho foi propagado em todo o Ocidente e outras partes do mundo.

Os bispos exerciam a administração dos cristãos; aquele que mais autoridade tinha em sua região, usava o título de Patriarca. Eram cinco os patriarcas que o mundo cristão tinha nos primeiros séculos – O de Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém. Todos eles, com iguais direitos eram independentes na administração de suas respectivas regiões e, iguais entre si, considerando-se primeiro entre iguais “primus intre pares”, o Patriarca de Roma, pela condição de ser a capital do Império. (1º Concílio Ecumênico, art. 6; 2º Concílio Ecumênico, art. 3; 4º Concílio Ecumênico, art. 28; 6º Concílio Ecumênico, art. 36). A mais alta autoridade da Igreja Cristã era e, ainda continua a sê-la, o Concílio Ecumênico, cujas decisões são obrigatórias para toda a Igreja.

Com a liberdade do culto, apareceram heresias na prédica do cristianismo e, em conseqüência, surgiram interpretações errôneas. Para corrigi-las e assentar as bases da verdadeira doutrina cristã, foi convocado o primeiro Concílio Ecumênico pelo Imperador Constantino, em Nicéia, no ano 325, ao qual compareceram 318 Santos Padres. Neste Concílio foi composto o “Credo ou Símbolo da Fé” que, em expressões singelas, sintetiza com clareza nossa crença e nossa doutrina cristã. Este credo foi completado em seus últimos artigos no 2º Concílio Ecumênico realizado em Constantinopla, no ano 381. Por ter sido iniciado em Nicéia e completado em Constantinopla, foi chamado Credo ou Símbolo da Fé Niceno-Constantinoplano.

Mais tarde, foram convocados outros Concílios Ecumênicos (sete), para a reafirmação do verdadeiro dogma cristão, sendo obrigatórias suas resoluções que, com a Sagrada Escritura, constituem a base e o fundamento da Igreja Cristã. O triunfo do Cristianismo se determinou no terceiro século após a morte de Cristo, motivado pela paz decretada por Constantino, Imperador de Roma. Até então, o Cristianismo vivia nas catacumbas, locais onde eram celebrados todos os atos religiosos e se aprendia a religião de Cristo (Atos dos Apóstolos). Desde aquela era, a Igreja de Cristo segue seu caminho através do mundo, pregando a doutrina de Jesus Cristo. A Igreja Ortodoxa veio à luz na Palestina com Jesus Cristo, expandiu-se com os Apóstolos e se edificou sobre o sangue dos mártires. Não teve sua origem na Grécia ou outro Pais que não seja a Palestina. Ela não morre, porque vive e descansa em Cristo e tem a promessa divina de que existirá até o fim dos séculos. Em vão, os seus inimigos, e todos os corifeus da impiedade trataram de destruí-la, nega-la, persegui-la. À semelhança de seu divino Mestre e fundador Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Ortodoxa, desde seu nascimento, no ano 33 de Cristo, tem padecido e sofrido terríveis perseguições debaixo do jugo do Império Romano, passando pelo muçulmano turco, até nossos dias. O sangue de infinidade de mártires tem selado e provado ao mundo a sublimidade de seu amor, a perfeição e a veracidade de sua doutrina divina. Apesar de todas as campanhas, sempre subsistiu e triunfou. Vive e viverá eternamente em Cristo e, confiante, seguirá com Suas palavras: “Eu estarei convosco até a consumação dos séculos, e as portas do Inferno não prevalecerão contra Ela”.

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Biografia

Patriarca da Igreja Ortodoxa do Patriarcado Latino

Início da vida religiosa em 1997 na Igreja Católica Romana como agente pastoral.Em 2000 escolhido como Ministro Extraordinário da Sagrada Eucaristia, para servir na Catedral de São Pedro de Alcântara em Petrópolis.2005 conhece a Igreja Ortodoxa Polonesa no Rio de Janeiro e também faz contato com um Padre da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.Em 2006 conhece o Arcebispo Dom Leolino Gomes Neto, Primaz  da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil.No Ano de 2007 ingressa no seminário São Basílio e São Efrem em Brasília.Dia 15 de julho de 2012 foi ordenado Subdiácono .Dia 10 de janeiro de 2013 foi ordenado Diácono por Dom Leolino Gomes Neto em Brasília.Em 19 de julho de 2017 foi ordenado Sacerdote em Brasília por Dom Leolino Gomes Neto.Trabalhou como Diácono e como Sacerdote em São Gonçalo RJ por quatro anos , sendo um ano como Diácono e Três como Sacerdote.No ano de 2016 no mês de janeiro, com o fim da missão da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia na Região, sai e vai para o Patriarcado Grego de Éfeso.No dia vinte e seis de março de 2017 e elevado a Bispo auxiliar de Belo Horizonte e coordenador da missão no Estado do Rio de janeiro, mas cidades de Petrópolis e São Gonçalo, sendo  sagrado por Dom Klimis que era  Metropolita do Brasil .Após a renuncia de Dom Klimis, foi elevado a Bispo titular e Metropolita do Brasil por Dom Avel, Patriarca do Patriarcado Grego Ortodoxo de Éfeso.
ENTRADA E ELEIÇÃO NA IGREJA ORTODOXA DO PATRIARCADO LATINO.
No período que era Metropolita do Patriarcado de Éfeso, a Igreja Ortodoxa de Roma (Igreja Ortodoxa do Patriarcado Latino)estava vacante, pois o Patriarca Iacobus havia renunciado e como as duas Igrejas eram irmãs houve um acordo entre elas .
O Patriarcado de Éfeso iria fornecer três Bispos para a eleição de um Patriarca para a Igreja Ortodoxa de Roma (Igreja Ortodoxa do Patriarcado Latino).
E assim  no dia sete de Dezembro de dois mil e dezessete, após uma votação rápida e obtendo a maioria  dos votos o Bispo Luciano Massucatti assume a como Patriarca da Igreja Ortodoxa de Roma (Igreja Ortodoxa do Patriarcado).
A mudança do nome da Igreja ocorreu devido a necessidade de desvincular a Igreja do nome de Roma para evitar problemas juridicos .

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